Julho/2008

Secretaria de Agricultura capacita plantadores de mamona para produção de Biodiesel

Origem da cultura

A Mamona é uma planta de origem tropical, possivelmente africana.
A MAMONA é uma das mais de 200 espécies de plantas superiores que podem ser usadas no nosso país para a produção do BIODIESEL, um dos principais componentes da BIOMASSA.
O ÓLEO DE MAMONA é um dos melhores para a produção do Biodiesel, tendo 4,5% de oxigênio a mais do que os demais óleos vegetais e animais.


Por que plantar em Alagoas?

Cultura de semi-árido;
Tem resistência a seca;
Ampla aptidão edafoclimática;
De fácil cultivo;
Diversificação da renda rural;
Parcerias – na cadeia produtiva;
Mercado em expansão / Biodiesel;
Já existe variedades pesquisadas pela EMBRAPA/CNP, em Campina Grande

Passos tecnológicos para os sistemas de produção de mamona em regime de sequeiro em Alagoas

1- escolha da área
2-preparo do solo
3-cultivares
4-calagem e adubação
5-populações de plantas :configurações de plantio, densidade de plantio e arranjos de plantas
6-sistemas de cultivo : isolados e consorciados
7-controle de plantas daninhas
8-controle de pragas
9-controle de doenças
10-rotação cultural
11-colheita
12-manejo pós-colheita
13-armazenamento da mamona em frutos 
14-beneficiamento e armazenamento em baga
15-comercialização

Uso do óleo de mamona

- lubrificantes para motores de alta rotação, bombas centrífugas, turbinas, etc;
- laxativos;
- pastas dentrifícias;
- cremes, perfumes, xampus, batons, adesivos, tecidos, fluidos, isoladores elétricos, germinícias, aderentes, fita de máquina de escrever, papel carbono, celulóide, vidro a prova de bala, plásticos e nylon;
- biodíesel
- e o bagaço (torta) serve como adubo, fungicida, etc.
Critérios para o Zoneamento Agrícola
(Segundo Embrapa/Ministério da Agricultura)

Precipitação pluvial superior a 500 mm/ano;
Temperatura média do ar livre 20 e 30º C;
Altitude superior a 300 metros;
Solos não salinos e/ou alcalinos e não sujeito a alagamento, mesmo temporário.


Ações estruturantes para desenvolvimento do programa no Estado

Definição de mercados e estabelecimento de preços para os produtores;
Treinamento dos técnicos e dos produtores (capacitação);
Cadastramento dos Produtores interessados;
Incentivo a pesquisa e ao desenvolvimento da cultura no Estado;
Assistência Técnica e Extensão Rural para o agricultores familiares envolvidos com o programa;
Parcerias com Secretarias Municipais de Agricultura;
Crédito Rural – Custeio e Investimentos.


 

 
 
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