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Na realidade foram
necessários 14 meses desde os dois primeiros
computadores, doados pela UFAL, até o presente momento,
quando o laboratório é inaugurado com mais de doze
máquinas com acesso a internet.
Em meados de abril de
2007 foi alugado o imóvel e iniciada a reforma com a
participação de muitas empresas, entre elas: Araforros,
Carajás, Ibratin, Maceió Madeiras, MB Materiais
Elétricos, Madeiras do Brasil, Super Pizza, Academia
Cena, Pac Lar, Construtora Contrato, Colégio Santa
Amélia, além da participação inestimável do Hospital
do Açúcar e da V2 Construções. Vários profissionais
liberais, colaboradores do Jornal O Farol, também foram
sensíveis às necessidades do projeto e assim, ao final
de quase três meses o local ficou em condições de
abrigar tanto a Biblioteca quanto o Telecentro.
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Depois da reforma, foi
a vez dos
computadores, e neste item, Moinho Motrisa, Tropicana
Turismo, Oficina de Informática e EletroEletrônica
Service prestaram seu apoio, seja através de doação
ou ajudando no conserto dos equipamentos, de modo que a
maioria das máquinas doadas foram aproveitadas. Desse
modo foram montados dois laboratórios de informática
para a realização do trabalho de inclusão digital, um
em condições de dar aulas de informática básica e
alguns aplicativos e outro, para formar turmas de
manutenção de computadores.
Para Eduardo
Vasconcellos, coordenador do projeto e responsável pelo
Telecentro, “foi um passo muito importante e decisivo a
medida que hoje estamos em condições de oferecer um
pacote de cursos à comunidade a um custo relativamente
baixo e ainda mantermos as turmas de inclusão digital”.
De acordo com as
diretrizes do Mispa, a viabilidade do projeto de inclusão
digital é garantida através dos demais usuários do
Telecentro, de modo que cada aluno regularmente
matriculado em qualquer curso de informática garante a
mensalidade de um aluno de inclusão. “É uma maneira
doméstica e simples de equacionar os custos uma vez que
não existem recursos públicos específicos para
financiar o projeto”, explica Vasconcellos.
Inicialmente, o Telecentro Manoah estará oferecendo
cursos com o Sistema Operacional Windows, da Microsoft,
porém a médio prazo serão introduzidos cursos de Linux
e outros aplicativos Open Source. O laboratório conta já
com uma pequena biblioteca específica de livros de
informática e apostilas de aplicativos, programação e
redes.
Entre os cursos
oferecidos, além do básico, que inclui o OS Windows e
aplicativos de texto, cálculo, apresentação e
navegação na Internet, há cursos de aplicativos
gráficos e de edição de imagem. Um curso bastante
original é o de técnico em tecnologia da informação e
comunicação, que envolve conceitos de redes lógicas e
telefônicas e teleprocessamento.
Nesse projeto de mudança
e reforma a Biblioteca também lucrou e foi contemplada
com instalações maiores, dividida em duas salas, e
estantes apropriadas que aumentaram a capacidade de
acolhida de livros, doadas pelo SESC de Maceió. A
Biblioteca também está oferecendo cursos de reforço
para alunos do Ensino Fundamental, de primeira a oitava
série, além de cursos de redação e interpretação de
textos. As novas instalações funcionam no bairro da
Gruta e maiores informações podem ser obtidas pelos
telefones (82) 3033-0834 e 8858-0966.
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