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“Porque estou
bem certo de quem nem a morte nem a vida, nem anjos....
Nos poderá separar do amor de Deus, que está em Jesus
Cristo, nosso Senhor!” (Rm 8:38-39)
Necessitamos
de um avivamento onde os anjos de Deus desenvolvam suas
atribuições de “espíritos ministradores, enviados
para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação”.
Naturalmente, eles devem ocupar um espaço neste
avivamento, trabalhando nas reuniões e ajudando aos
evangelistas e missionários em sua difícil jornada. O
serviço deles é essencial para o desempenho deste
avivamento que necessitamos. Porém, não se faz necessário
separar a cadeira do arcanjo no púlpito, onde ninguém
senta a não ser o anjo. Isto cheira a Nova Era, a
livros de Maria Buonfiglio, a Paulo Coelho, a
misticismo. Precisamos identificar e separar as coisas
com entendimento. Vejamos:
Anjos
Quem são
eles? Quantos são? O que fazem e que forma têm? Para
resposnder a estas perguntas, precisamos lançar mão do
conhecimento que temos acerca deles, nas Sagradas
Escrituras. São espíritos ministradores, enviados para
servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação
(Hb 1:14). A palavra anjo significa “mensageiro”, e,
tanto no hebraico como no grego, pode designar a seres
celestiais como homens.
Anjos não
recebem adoração. Em Apocalipse 19.10 e 22.8-9, em
duas ocasiões, o apóstolo João se prostou aos pés de
anjos mas eles não quiseram ser adorados, antes o
levantaram e disseram: “Adora a Deus”.
Anjos não
se casam (Mt 22:30). O Senhor Jesus mesmo foi quem disse
isto. São seres assexuados. Não existe o anjo da cura,
o anjo da salvação ou o anjo do batismo no Espírito
Santo. Existem, sim, anjos que guardam a vida dos
crentes (Sl 91.11; Mt 18.10).
Existem
anjos que se transformam no que for necessário, com a
finalidade de que compreendamos o sentido da mensagem de
Deus que eles trazem. Por exemplo: Os anjos que foram a
Ló, na cidade de Sodoma, eles se apresentaram na forma
de homens naturais; os serafins que estão diante do
trono de Deus em Isaías 6 se transformam em labaredas
de fogo e possuem seis asas; os anjos que se
apresentaram ao profeta Ezequiel tinham asas com olhos
por dentro e por fora, outros tinham quatro rostos,
semelhantes aos que se apresentaram a João na ilha de
Patmos. No Salmo 104.4 e em Hebreus 1.7 lemos que Deus
transforma os seus ministros (anjos) em labareda de
fogo.
No entanto,
precisamos tomar certos cuidados especiais. Alguns
movimentos têm dado ênfase no culto aos anjos, o que
é condenado pela Bíblia. Esse culto exagerado é
idolatria, pois tira o verdadeiro sentimento de adoração
ao Senhor. Cuidado! Satanás pode se converter em
“anjo de luz” e trazer mensagens (até mesmo para
crentes desavisados), que parecem ser de Deus e, no
entanto, são mentiras destinadas a afastar os crentes
da verdade do Evangelho.
Pr. Carlos
Gomes é ministro do evangelho na Assembléia de Deus em
Matriz de Camaragibe.
*texto
extraído do livro O avivamento que necessitamos
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